• CONCERTOS
  • 22 e 23 de Janeiro 2016

    Sonic Scope Festival 2016

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    Design: João Vicente

    A ZDB volta a acolher o Sonic Scope, festival que pretende promover, num contexto único, novas linguagens e novas propostas da música experimental nacional.

    O festival nasce em 2001 a partir de uma iniciativa dos artistas sonoros e visuais Nuno Moita e João Vicente (o artista intermedia, André Gonçalves, juntar-se-ia à equipa organizadora na edição de 2002).

    Nesta edição, programada pela Grain of Sound, participam Wednesday, David Maranha Ensemble, Vicente/Marjamaki, Ricardo Guerreiro e Emídio Buchinho, Landforms e Riccardo Dillon Wanke.

     

    Dia 22:
    Wednesday
    David Maranha Ensemble
    Vicente/Marjamaki

     

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    Wednesday
    Projecto nascido no seio desse poço de actividade franca que têm sido os estúdios Scratch Built, os Wednesday são um trio muito recente formado por Thomas Kahrel (guitarra lap steel), John Klima (baixo) e Nuno Morão (bateria). Nomes de créditos firmados na cena improvisada/experimental através de grupos como Timespine, Pinkdraft ou Variable Geometry Orchestra que aqui se reúnem para praticar, de acordo com os próprios, a nobre arte do Hardcore Jazz Improv. Ou seja, uma música expansiva capaz de albergar o drone e partículas de jazz ora furiosas ora swingantes num mesmo fluxo.

    Formação:  John Klima baixo | Nuno Morão bateria | Thomas Kahrel guitarra lap steel  

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    David Maranha Ensemble
    Estreada publicamente em 2015 e já com gravações na obscuridade aguardando a luz, esta última encarnação cósmica idealizada por David Maranha surge em continuidade com a sua procura constante pelo infinito, num ensemble que conta com os préstimos do guitarrista Filipe Felizardo e da baterista Diana Combo onde o rock, por via da repetição, do volume e do drone se revela um universo em expansão no estado mais litúrgico.

    Formação:  David Maranha órgão | Diana Combo bateria | Filipe Felizardo guitarra eléctrica

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    Vicente/Marjamaki
    Duo formado por Luís Vicente (Clocks and Clouds ou Deux Maisons) e Jari Marjamaki (Zentex ou Golden Globes) cuja actividade regular ao longo dos últimos anos tem vindo constantemente a redesenhar novos caminhos no encontro entre o jazz e a electrónica. Um miasma improvisado onde as paisagens difusas criadas pela maquinaria de Marjamaki se vão enredado com os acordes lânguidos do trompete de Vicente, numa espécie de acerto imaginado entre os momentos mais abstractos da Basic Channel e o espírito elevado de John Hassel ou Don Cherry.

    Formação:  Luís Vicente trompete | Jari Marjamaki electrónica

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    Dia 23:
    Ricardo Guerreiro e Emídio Buchinho
    Landforms
    Riccardo Dillon Wanke

     

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    Ricardo Guerreiro e Emídio Buchinho
    Contando já com seis anos de minuciosa exploração nos campos da electroacústica e do processamento interactivo como forma de expressão máxima, este holding formado por Emídio Buchinho (guitarra eléctrica) e Ricardo Guerreiro (computador) pega em processos alicerçados no improviso para daí chegar a uma dimensão continuamente tangente à composição em tempo real, feita de detalhes e construções tão deliberadas e meticulosas quanto intrigantes no seu apreço pelo desconhecido.

    Formação:  Emídio Buchinho guitarra eléctrica | Ricardo Guerreiro computador

     

     

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    Landforms
    Estreia absoluta deste novo projecto a solo de Luís Fernandes, figura tutelar e quase omnipresente no campo da electrónica nacional através de projectos tão meritórios como Quest, The Astroboy, peixe : avião ou La La La Ressonance e também enquanto programador do incontornável Semibreve, para além da composição de música para cinema, vídeo e instalações. Ainda não sabemos nada sobre as motivações que presidem a esta nova encarnação do músico bracarense, mas a atentar em tão ilustre CV será certamente algo tão especial quanto aquilo que tem vindo a criar até ao momento.

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    Riccardo Dillon Wanke
    Músico italiano a residir desde 2005 em Lisboa, Riccardo Dillon Wanke tem sido um dos nomes mais fascinantes a trabalhar apaixonada e parcimoniosamente nos campos da música exploratória e da eletrónica. Colaborador habitual de músicos como David Maranha, Rafael Toral, Manuel Mota ou Francesco Dillon, tem vindo a deixar um legado discreto mas essencial, espelhado em álbuns por diversas editoras e em inúmeras actuações, erigindo uma linguagem particular onde a música ainda por definir e catalogar é trabalhada com o afinco e sensibilidade dos verdadeiros. BS

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    Entrada: 6€ por dia | 8€ passe para os 2 dias | Bilhetes disponíveis na Tabacaria Martins e ZDB | reservas@zedosbois.org