• CONCERTOS
  • Sábado, 25 de Janeiro de 2019 às 20h

    Noite Xita 2019

    A primeira Noite Xita surgiu em 2016 como uma celebração da amizade e da urgência partilhada pelos jovens membros da Xita Records. Em 2019, a ZDB acolhe a 4ª edição da festa anual do coletivo e editora enquanto mantém a mesma premissa: render homenagem a todo o trabalho do último ano, às caras novas que se tornaram próximas e a tudo o que ainda está por vir, através de uma noite recheada de concertos e atividades.

     

    ⟡B Fachada e Benjamim

    ⟡Primeira Dama

    ⟡Odete

    ⟡João Raposo + Tomás Varela + Magz

    ⟡Gate Closed – Departure (performance)

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    ©  Vera Marmelo

    B Fachada e Benjamim

    Há oito anos atrás, mais coisa menos coisa, o B decidiu ir visitar o seu amigo Walter a Londres, onde este estudava para ser o produtor e músico que hoje conhecemos como Luís “Benjamim” Nunes. Cantaram, tocaram, dançaram… e nessa celebração da amizade antiga (já vinha dos tempos da FCSH) aprofundou-se o amor conjunto pelas canções do Zeca Afonso. Não hesitaram! Meteram mãos há obra e começaram a gravar as suas canções favoritas do mestre. As versões nunca foram editadas…  mas na espera destes anos não têm sido poucas as vezes que os vemos interpretar essas canções. Para além das já costumeiras versões nos concertos do B, os meninos da Xita guardam com especial carinho o momento partilhado na noite de 29 de Abril de 2017, na Voz do Operário, na homenagem ao Zeca em que também tocava Primeira Dama, cantautor da casa, que iniciaria com o Benjamim uma amizade que mostrou os seus frutos no ano que se seguiu e que muitas coisas boas nos trará ainda… apresentados pelo Tio B que vem acompanhando o trabalho da jovem Xita desde os seus primórdios, estendendo a mão sempre que a ajuda é necessária. Dia 27 de de Janeiro na ZDB reunem-se para celebrar a amizade, tocar a suas canções e as do Zeca!

     

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    ©  Gonçalo Castelo Soares

    Primeira Dama
    Com o ano a chegar ao fim, recordamos o quão compactado foi para a nossa Primeira Dama e o que isso lhe permitiu. Percorrendo Portugal a dar concertos a solo, partilhou a sua Lisboa noutros locais. Alinhando-se ao lado dos seus amigos na Banda Xita, tocam com Lena d’Água no Festival Bons Sons, no Festival Milhões de Festa, em Barcelos e no reformado Super Bock em Stock, em Lisboa, facilitando-lhe o retorno à sua cidade natal. Quer mostrar o que realmente importa… as suas canções. Com beats revigorados e a querer maior expansão, uma Primeira Dama emancipada… vamos ver como escolhe encerrar este ano tão especial!!

     

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    ©  Afonso Martins

    Odete

    Entre a escrita, a música, a performance e as artes visuais, Odete deixa a sua marca auto-biográfica em tudo o que faz, traçando vincadamente as linhas entre o pessoal e o político. A música faz parte da sua transição, o medo de falhar, o silêncio e o vazio são a base de uma dramaturgia queer na sua produção eletrónica. Odete tem sido um exemplo fundamental para a turma da Xita Records no último ano, tanto pela revigorante presença na night-life, como pelo trabalho mais prático, desde edições pelo coletivo Çirca à autoria de “Bitchcraft” na Rádio Quântica, onde cruzou caminho com Kerox, o menino de ouro da electrónica e fundador da Xita.

     

    João Raposo, Tomás Varela e Maggz

    Maggz, Raposo e Varela são uma das contas mais bonitas que se fez. Ninguém o comprovou e por isso se mantém verdade. Une-os o amor às canções e às jantaradas com cheiro a Oriente. A trindade de amizade que se apresenta, em jeito de agrupamento musical, dará os singelos frutos que a ocasião permitir, mas que, aqui e ali, fomos podendo saborear. Mostram-se em palco os amores por longas dormidas debaixo de tectos com cheiro a pinho, por baladas cheias de jeitinho e por pequenos livros de design duvidoso, encontrados em lojas de museu. O Restelo, o Rego, a Avenida de Roma, o Alentejo e o Rio de Janeiro são empacotados em frágil correio azul. A viagem é turbulenta e reconfigura os lugares. O resultado: o alçado musical do trio mais amado e talentoso da Xita Records.

     

    Gate closed_departure

    GLABRA junta-se a Maria Inês Paredes para uma odisseia a partir de impulsos de alienações e a urgência por escapar não-lugares. O que significa “início” quando existimos em vários sítios ao mesmo tempo? Gate closed_departure é um estudo sobre presença e o desconhecido ao multiplicar performance x djset. Paragens sem destino.

    PLEASE PASSENGERS PROCEED

     

    Entrada: 8€ pré-venda | 10€ no dia | Bilhetes disponíveis na Flur DiscosTabacaria Martins e ZDB (segunda a sábado 22h-02h) | reservas@zedosbois.org