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  • Sábado, 12 de Janeiro às 18h

    Conversa sobre a residência ”Engolir Sapos”

    Residência Engolir Sapos
    A residência artística “Engolir Sapos”, na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa, será um dos momentos de escuta dos diálogos, que se estabelecem ou não, entre as diferentes comunidades do município e as comunidades ciganas residentes no mesmo território. Dessa escuta serão colhidos frutos para inspirarem artisticamente o espectáculo de teatro com o mesmo nome – “Engolir Sapos”, criação da companhia Amarelo Silvestre.

    No último dia da residência, a 12 de Janeiro, pelas 18h00, promover-se-á uma conversa entre diferentes protagonistas das comunidades, para que todos nos conheçamos melhor. Um momento para partilha de experiências e do processo criativo em curso.

    Sinopse
    “Engolir Sapos” é uma reflexão artística, em forma de espectáculo de teatro para famílias, sobre preconceitos e sapos de loiça.

    Em Portugal, existem entre 40 e 60 mil ciganos, uma minoria entres as maiorias. Em Portugal, existem entre centenas e milhares de sapos de loiça em estabelecimentos comerciais, uma minoria entre as maiorias dos produtos expostos.

    Os sapos não são para venda nem para consumo próprio. Os sapos de loiça são para adornar. E para afastar. Ciganos.

    Se um cigano incomoda muita gente, 60 mil ciganos incomodam muito mais.

    Se um sapo incomoda homens e mulheres de carne e osso, um sapo incomoda-nos a todos.

    Engolir Sapos: Homens e mulheres de um lado, sapos de loiça no meio, homens e mulheres do outro lado.

    ficha artística/técnica actual do projecto.

    Equipa Engolir Sapos

    Encenação – Rafaela Santos
    Dramaturgia – Fernando Giestas
    Interpretação – Ricardo Vaz Trindade, Amélia Giestas e restante elenco a definir
    Música – Ricardo Baptista
    Desenho de Luz – Jorge Ribeiro
    Cenografia e Figurinos – Henrique Ralheta
    Apoio ao Movimento – Leonor Barata
    Assistente de Cenografia – Carolina Reis
    Registo Vídeo – Eva Ângelo
    Produção Executiva – Susana Rocha
    Gestão Administrativa – Paula Trepado

    Criação – Amarelo Silvestre
    Co-produção – Amarelo Silvestre, Teatro Viriato, Centro de Arte de Ovar e Teatro Municipal do Porto
    Residências Artísticas – Teatro Viriato, As Casas do Visconde, Centro de Arte de Ovar, Citemor, Projecto 23 Milhas e ZDB
    Parcerias – Olho Vivo/Viseu, As Casas do Visconde
    Apoio – República Portuguesa – Cultura/Direcção Geral das Artes

    Classificação Etária – M/12 (A aguardar confirmação da IGAC)
    Duração – 60 min.