• EXPOSIÇÕES
  • Inaugura Quinta, 17 de Maio às 22h

    A Invenção do Sim e do Não – Jorge Queiroz

     

     

    CURADORIA NATXO CHECA
    INAUGURA QUINTA, 17 DE MAIO, ÀS 22H
    ENTRE 15 A 20 DE MAIO (HORÁRIO ARCO-LISBOA): TODOS OS DIAS, DAS 12H ÀS 22H
    ENTRE 23 DE MAIO E 1 DE SETEMBRO: QUARTA A SÁBADO, DAS 18H ÀS 22H

     

    A Galeria Zé dos Bois apresenta, entre 17 de Maio e 01 de Setembro, a mais recente exposição individual de Jorge Queiroz. Composta por obras realizadas entre 2010 e a actualidade, A Invenção do Sim e do Não oferece ao público uma viagem pelo período durante o qual o artista intensificou a sua produção em pintura sobre tela.

    As cerca de trinta obras agora reunidas apresentam-nos vislumbres de um universo onde personagens – frequentemente truncados, meramente sugeridos – coabitam e interagem no limiar da sua própria dissolução em pintura. Da mesma forma, os espaços que os enquadram são de natureza ectópica, fragmentando-se e sucedendo- se numa sequência caleidoscópica cujo encadeamento é determinado pela regra da metamorfose.

    Na verdade, tudo no universo de Jorge Queiroz se encontra em processo de mutação, fusão ou desaparição. A sua prática é como que uma transposição para o mundo pictórico das dinâmicas do pensamento lateral: uma forma de raciocínio que pretere as lógicas funcionais e os métodos hierárquicos a favor de uma deriva generalizada entre categorias, formas, imagens, sensações e intensidades, transformando toda a experiência visual num fluxo ininterrupto de espanto e descoberta.

     

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    CURATED BY NATXO CHECA
    OPENS THURSDAY, MAY 17 AT 10 PM
    BETWEEN THE 15TH AND 20TH OF MAY (ARCO-LISBOA): EVERYDAY, FROM NOON TO 10 PM
    BETWEEN MAY 23 AND SEPTEMBER 1: WEDNESDAY TO SATURDAY, 6PM TO 10 PM

     

    Zé dos Bois presents, between May 17 and September 1, the most recent solo exhibition by the Portuguese artist Jorge Queiroz. Composed of works made between 2010 and 2018, A Invenção do Sim e do Não offer us a journey through the period during which the artist intensified his production of paintings on canvas.

    The three dozen of works now assembled bring us glimpses of a universe where characters – often truncated, merely suggested – cohabit and interact at the threshold of their own dissolution into painting. Much the same way, the spaces that frame these characters are of an ectopic nature, fragmenting and succeeding themselves in a kaleidoscopic sequence whose chaining is determined by the rule of metamorphosis. In fact, everything in Jorge Queiroz’s paintings is on the verge of mutation, fusion or disappearance. His practice sometimes seems like a pictorial version of the dynamics of lateral thinking: a form of reasoning that precludes functional logic, and hierarchical methods in favor of a generalized drift between categories, forms, images, sensations, and intensities, converting the visual experience into an uninterrupted stream of wonderment and discovery.

     

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